Raphael Swag on Life *

amor

Dói muito só de lembrar teu nome ,sinceramente me traz uma certa angustia
uma preocupação um sentimento de erro só em saber que nada sera como era Antes
os sorrisos não serão mais os mesmos os pensamentos então acho eu que bem diferentes..mais como não posso voltar pra desfazer meu erro. Sempre,sempre,sempre faço minha oração pedindo a Deus que faça que tudo seja legal,mais ou menos como era antes, peço a ele que cuide não só de mim mais que cuide de você de um Jeito mais que especial por que a amo e amo muito e sei que isso é diferente e pra uma pessoa como eu isso nem e normal.
Falta pouco pra minha vida mudar da Noite para o dia mais do mesmo jeito você sera minha força de amor para fazer minhas melodias

Te amo muito


(Mark Twain)

Daqui a alguns anos estará mais arrependido pelas coisas que não fez do que pelas que fez. Solte as amarras! Afaste-se do porto seguro! Agarre o vento em suas velas! Explore! Sonhe! Descubra!




DEUS

Nunca mais terão fome, nunca mais terão sede; nem sol nem calma alguma cairá sobre eles. Porque o Cordeiro que está no meio do trono os apascentará, e lhes servirá de guia para as fontes das águas da vida; e Deus limpará de seus olhos toda a lágrima. Apocalipse 7:16,17


“Nós tínhamos o costume de nos sentarmos em frente a lareira toda vez que o tempo mudava, daquele calor infernal; para um frio estremecedor. Ficávamos ali, conversando, as vezes nos encarávamos, e do nada caiamos no riso. Ele sempre com aquele sorriso que fazia meu coração disparar de uma forma anormal. Uma taça de vinho pela metade, almofadas e cobertas espalhadas pelo chão. Uma música lenta de fundo, mas eu nunca conseguia prestar atenção em qual era, eu me focava nele, como sempre. Quando não havia mais nada a ser dito, eu me aproximava e deitava em seu peito, era uma sensação boa, ouvir as batidas de seu coração; elas ficavam frenéticas com a minha aproximação. Era aconchegante ficar ali, poderia se passar horas e horas, o som da respiração dele me fazia adormecer. Quando despertava, eu sempre estava deitada na cama, e me perguntava como fui parar ali. Meu cabelo estava sempre emaranhado - me perguntava o porquê do cheiro de torradas queimadas e café. Me levantava lentamente, e ia em direção ao banheiro, e sempre acabava pasma ao me olhar no espelho me perguntando “passou um trator em cima de mim, só pode” escovava os dentes rapidamente, e tentava sempre dar um jeito no ninho que chamava de cabelo. Descia as escadas delicadamente, não queria fazer barulho, ia em direção à cozinha, e lá estava… Todo atrapalhando, na tentativa falha de fazer um café da manhã descente. Uma xícara de café sobre a mesa, um cigarro queimando ao lado, e tentando fazer as minhas torradas favoritas. Eu sempre dava uma risada, e ele me observava. Era incrível a forma que ele largava tudo, e vinha em minha direção, me dava um beijo e sussurrava “bom dia”, a voz dele fazia com que eu me arrepiasse inteira em segundos. Ele sempre me oferecia uma xícara de café, tentando fazer o melhor que conseguia, eu pedia para assumir o posto e ele ria. Eu começava pelo começo, fazendo novamente um café, porque o dele sempre sem gosto. Ele chegava por trás, me abraçava, apoiava a cabeça em meu ombro e dizia tudo que eu precisava ouvir - ele tinha o prazer de me desconcentrar, ficava sem rumo, só com aquela voz. Comíamos em silêncio, as vezes pegava-o me encarando. Aqueles olhos protetores, brilhavam quando iam de encontro aos meus. Íamos em direção à sala, deitávamos no sofá, e ficávamos vendo as besteiras que tinha na televisão; ele sempre foi tão brincalhão, me mordia, apertava, e fazia qualquer coisa pra tirar um sorriso de mim. Eu tinha uma teoria sobre você, você era feito exatamente pra me completar.

“Nós tínhamos o costume de nos sentarmos em frente a lareira toda vez que o tempo mudava, daquele calor infernal; para um frio estremecedor. Ficávamos ali, conversando, as vezes nos encarávamos, e do nada caiamos no riso. Ele sempre com aquele sorriso que fazia meu coração disparar de uma forma anormal. Uma taça de vinho pela metade, almofadas e cobertas espalhadas pelo chão. Uma música lenta de fundo, mas eu nunca conseguia prestar atenção em qual era, eu me focava nele, como sempre. Quando não havia mais nada a ser dito, eu me aproximava e deitava em seu peito, era uma sensação boa, ouvir as batidas de seu coração; elas ficavam frenéticas com a minha aproximação. Era aconchegante ficar ali, poderia se passar horas e horas, o som da respiração dele me fazia adormecer. Quando despertava, eu sempre estava deitada na cama, e me perguntava como fui parar ali. Meu cabelo estava sempre emaranhado - me perguntava o porquê do cheiro de torradas queimadas e café. Me levantava lentamente, e ia em direção ao banheiro, e sempre acabava pasma ao me olhar no espelho me perguntando “passou um trator em cima de mim, só pode” escovava os dentes rapidamente, e tentava sempre dar um jeito no ninho que chamava de cabelo. Descia as escadas delicadamente, não queria fazer barulho, ia em direção à cozinha, e lá estava… Todo atrapalhando, na tentativa falha de fazer um café da manhã descente. Uma xícara de café sobre a mesa, um cigarro queimando ao lado, e tentando fazer as minhas torradas favoritas. Eu sempre dava uma risada, e ele me observava. Era incrível a forma que ele largava tudo, e vinha em minha direção, me dava um beijo e sussurrava “bom dia”, a voz dele fazia com que eu me arrepiasse inteira em segundos. Ele sempre me oferecia uma xícara de café, tentando fazer o melhor que conseguia, eu pedia para assumir o posto e ele ria. Eu começava pelo começo, fazendo novamente um café, porque o dele sempre sem gosto. Ele chegava por trás, me abraçava, apoiava a cabeça em meu ombro e dizia tudo que eu precisava ouvir - ele tinha o prazer de me desconcentrar, ficava sem rumo, só com aquela voz. Comíamos em silêncio, as vezes pegava-o me encarando. Aqueles olhos protetores, brilhavam quando iam de encontro aos meus. Íamos em direção à sala, deitávamos no sofá, e ficávamos vendo as besteiras que tinha na televisão; ele sempre foi tão brincalhão, me mordia, apertava, e fazia qualquer coisa pra tirar um sorriso de mim. Eu tinha uma teoria sobre você, você era feito exatamente pra me completar.


Eu tenho um equilíbrio de um velho cachaceiro de 95 anos de idade.  Corey Taylor  

Eu tenho um equilíbrio de um velho cachaceiro de 95 anos de idade.  Corey Taylor  



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Eu não desejo seu mal!

á ficaria feliz se você voltasse pra água doce, sua piranha maldita.

Não guardo nem dinheiro

–  vou guardar peido? 

Sou humano, aí fica difícil andar na linha, deixa isso para o trem que é ferro! 


Me perguntaram se eu trocaria nossa amizade por uma Ferrari. Fiquei com uma enorme dúvida… Vermelha ou preta?



Se um dia você acordar com um anjo dormindo ao seu lado!!

–  dê-lhe um tapão, pois eu mandei ele cuidar bem de você, e não ficar dormindo. 

– Eu era muito rico, e durante meu casamento minha mulher levou metade da minha fortuna, no divórcio ela levou o resto. 

Se eu sou ciumento?

–  Lógico que não, mas eu tenho uma arma! 

Malandro mesmo é o Seu Madruga foi para Acapulco devendo 14 meses de aluguel e sem emprego. 


Um arrependimento: não ter nascido rico. 


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